Onde a mediação acontece
Escola, biblioteca, casa cultural, rua, praia, sala de espera. A leitura ganha cidade quando encontra lugares — e quando alguém se oferece para abrir o caminho.
Guarapari como uma cidade que lê, que escreve, que imagina.
Não basta haver livros para que uma cidade seja leitora: é preciso gente que abra caminhos entre o texto e o outro.
A Campanha Cidade Leitora é uma aposta da Associação Sinestesia na leitura como ferramenta de transformação social — envolvendo escolas, bibliotecas, espaços culturais e a comunidade de Guarapari, em articulação com a rede IFES, a UFES e outras instituições de ensino, cultura e ação social.
A ideia é simples: e se Guarapari se tornasse conhecida não só pelas praias, mas também pelos leitores?
A campanha parte da mediação como prática cotidiana — não como privilégio de especialistas. Formar quem abre caminho entre o texto e o outro é formar território leitor.
Escola, biblioteca, casa cultural, rua, praia, sala de espera. A leitura ganha cidade quando encontra lugares — e quando alguém se oferece para abrir o caminho.
Encontros, rotinas, festas da palavra, jornadas formativas. Não é só o evento isolado: é o ritmo que faz a leitura voltar e criar comunidade — calendário estável sem burocratizar.
Formar mediadores e mediadoras fortalece redes de leitura, aproxima ensino superior, escola pública e ação social e ajuda Guarapari a se reconhecer também pelos leitores — não só pelas praias.
Concluída · três noites realizadas
Onde? Quando? Por quê?
Três noites na Casa Sinestésica, no âmbito da campanha e da série formativa do Pontão. A formação dialoga com o laboratório de práticas de leitura sediado na Casa e com a rede IFES, a UFES e outras instituições de ensino, cultura e ação social — mediação como prática cotidiana, não como privilégio de especialistas.
O que é mediação?
Abertura do laboratório de práticas de leitura na Casa — ambientes de cultura, educação e sociedade. Diagnóstico de municípios pequenos (Guarapari, Anchieta, Piúma) e a pergunta: por que a leitura não se reduz a ferramenta pedagógica.
Agenda de leitura
Continuidade: o que o grupo quer e não quer; frentes de leitura e discussão; públicos pequenos e nichos — concentrar afinidade forte em vez de falar para a cidade inteira. Casa como polo de formação com a rede IFES, a UFES e outras instituições.
Organize o seu clube
Abertura do clube de leitura na Casa: regularidade dos encontros, clube de cultura (ler / filme / teatro), papel do mediador como dinamizador e a aposta de cidade leitora — do encontro formativo à rotina no território.
Síntese pública das três noites (4, 5 e 6 de agosto) — sem nomes de inscritos.
“Sou contra só pedagogizar a leitura — ela também habita a cultura, a educação e a sociedade.”
“O prazer de ler existe; o efeito social da leitura é o cidadão letrado na vida pública.”
“Não é avisar a cidade inteira: é encontrar as cinco, as dez pessoas que querem aquela frente de leitura.”
“O mediador conduz a leitura — e também dinamiza, agencia: sem ele, o leitor fica sozinho na tradição.”
“Dou por aberto o nosso clube de leitura — agora é regularidade, WhatsApp e trazer quem tem afinidade com as narrativas.”
Encontros abertos na Casa após a oficina de mediação. Ordem das obras: Filho de mil homens, Os sofrimentos do jovem Werther e O nome da rosa. Duas sessões por título (leitura e, quando couber, filme).

Filho de mil homens
Valter Hugo Mãe
Biblioteca Azul · Brasil, 2024

Os sofrimentos do jovem Werther
Johann Wolfgang von Goethe
Penguin-Companhia · Brasil, 2021

O nome da rosa
Umberto Eco
Record · Brasil
| Data | Obra | Sessão | Formato |
|---|---|---|---|
| 22 de agostosábado | Filho de mil homens | 1 / 2 | leitura |
| 19 de setembrosábado | Filho de mil homens | 2 / 2 | possível filme |
| 3 de outubrosábado | Os sofrimentos do jovem Werther | 1 / 2 | leitura |
| 17 de outubrosábado | Os sofrimentos do jovem Werther | 2 / 2 | possível filme |
| 31 de outubrosábado | O nome da rosa | 1 / 2 | leitura |
| 14 de novembrosábado | O nome da rosa | 2 / 2 | possível filme |
Acompanhe o grupo do WhatsApp e esta página para horário confirmado e possíveis remarcações.
Formação, itinerância e encontros regulares — três caminhos para a leitura ocupar o território.
Oficinas e jornadas que partem da pergunta prática: como ser mediador ou mediadora de leitura? A edição de agosto/2026 na Casa está concluída; a continuidade está no Círculo e no clube. Em articulação com o RELer&fazer (UFES/NELI), a rede IFES, o laboratório de práticas de leitura na Casa e a série formativa do Pontão de Cultura.
Ver oficina (concluída) →Projeto itinerante que leva literatura e cultura às comunidades litorâneas de Guarapari, Anchieta e Piúma — rodas de leitura, contação e escrita onde o livro ainda chega pouco.
Conhecer o programa →Encontros abertos de leitura compartilhada, oralidade, escrita e mediação cultural — quinzenais aos sábados na Casa, com grade pública nesta página. O clube alimenta e é alimentado pela campanha.
Ver grade do clube →A Cidade Leitora não nasce do zero: dialoga com a rede IFES, a UFES e outras instituições de ensino, cultura e ação social — além de editais de cultura e instrumentos de escuta já em curso na Casa.
A Casa Sinestésica se articula com a rede IFES, a UFES e outras instituições de ensino, cultura e ação social — polo de formação, residência e extensão no território.
Programa de extensão que desde 2007 forma mediadores e mediadoras em escolas, bibliotecas e espaços culturais do litoral capixaba.
Projeto sediado na Casa Sinestésica — experimentar a leitura nos ambientes da cultura, da educação e da sociedade, em diálogo com a UFES e com a rede de instituições do território.
A série formativa do Pontão articula oficinas de mediação, cultura tradicional, artes cênicas e música na Casa Sinestésica.
Instrumento de escuta da Casa Sinestésica sobre práticas culturais no território — inclusive leitura e mediação.
Rede aberta de quem media leitura no litoral sul — Guarapari, Anchieta e Piúma. Professores, agentes culturais e quem abre caminho entre o texto e o outro. Depois das noites de agosto na Casa, o Círculo é o fio contínuo: trocas de prática, avisos do Clube de Leitura e novas frentes no território.
Quem esteve na oficina já recebeu o convite. Se ainda não entrou — ou quiser trazer alguém da escola ou da biblioteca — use o QR ou o botão abaixo. Sem obrigação de frequência.

A oficina de agosto encerrou as três noites. O Círculo no WhatsApp e o Clube de Leitura da Casa seguem abertos — próximo encontro em 22 de agosto, com Filho de mil homens. Horário a confirmar nesta página e no grupo.