Associação
Cultural
Sinestesia
O CNPJ da Casa. Associação sem fins lucrativos, Pontão de Cultura — o mesmo coletivo que abre o portão na Praia do Morro, em Guarapari.
- Razão Social
- Associação Sinestesia — Criatividade Coletiva
- CNPJ
- 44.634.623/0001-91
- Natureza jurídica
- Associação privada sem fins lucrativos
- Reconhecimento
- Pontão de Cultura — MinC
- Fundação
- 2014
- Território
- Anchieta, Guarapari e Piúma — ES
O que a gente faz
Oficina, filme, livro, horta, conversa. A associação existe para a Casa poder abrir o portão no meio da semana — em Guarapari, Anchieta e Piúma.
Pontão de Cultura, para nós, é isso: articular política, outros coletivos e a vizinhança em torno do que já está no calendário.
Desde 2014
Começou como coletivo informal. Virou associação com sede, equipe e programação nos três municípios. A Casa Sinestésica, na Praia do Morro, é o endereço — ateliê, hostel, biblioteca, Cineclube, o que a cidade precisa no meio da semana.
O reconhecimento de Pontão de Cultura pelo Ministério da Cultura veio depois. A casa veio primeiro.
2014
A casa abre
3
cidades
6
núcleos de criação
2.000+
pessoas por ano
Como a casa se organiza
O plano de 2027 conta duas coisas: o que a Casa é o ano inteiro — ateliê, hostel, biblioteca, pontos na cidade — e o que a gente monta em cada temporada: residências, núcleos, Cidade Leitora, Ruínas. O Escritório Modelo amarra contrato, edital e produção para o resto poder acontecer.
A Casa Sinestésica é ateliê, escritório, hostel, biblioteca e cozinha no mesmo endereço. É daqui que saem o Cineclube, o Clube de Leitura, as residências e as oficinas. O plano de 2027 é o mapa disso: o que fica o ano inteiro e o que a gente monta em cada temporada.
O endereço
Casa Sinestésica
Sala, ateliê, biblioteca, cozinha, hostel. Daqui saem o Cineclube, o Clube de Leitura, as oficinas e quem chega para ficar uns dias. É o lugar onde a cultura acontece no meio da semana.
Onde se faz com as mãos
Ateliê Comunitário
Madeira, cerâmica, costura, serigrafia, audiovisual. Quem passa pelo ateliê aprende fazendo — e alguns levam o ofício para virar renda.
Cama e café
Hostel Solidário Guarazin
Quem vem de fora mora uns dias na Casa. Quem mora em Guarapari encontra gente nova no café da manhã. A diária ajuda a manter a casa aberta.
Fora do portão
Pontos de Presença
Guarapari, Anchieta e Piúma. A Casa não é o único lugar: tem gente e agenda nos três municípios, com nome, endereço e o que está acontecendo.
Quem segura o resto de pé
Escritório Modelo
Contrato, edital, produção, comunicação — e um escritório-escola. A equipe de estágio aprende no expediente, com os casos reais da Casa.
O eixo do ano
Programa de Residências Formativas
Gente que vem morar um tempo na Casa para criar, ensinar e mostrar o trabalho. Quatro ciclos no plano — com chamada, acolhida e uma partilha que a cidade pode ver.
Fazer no cotidiano
Oficina, ensaio, filme, livro, mutirão. A cultura aqui é o que acontece no meio da semana — não só o evento de sábado.
Fazer junto
Ninguém segura a Casa sozinho. Equipe, associados, vizinhos, quem passa e fica. O programa nasce de muita gente na mesma mesa.
Três cidades
Guarapari, Anchieta e Piúma. O litoral sul não é palco: é onde a gente mora, trabalha e insiste em ter cultura fora da temporada de verão.
Porta aberta
Quem chega encontra café, conversa e um lugar — uma noite no hostel, uma oficina de sábado, um livro para levar.
As contas à vista
CNPJ, transparência, o que entra e o que sai. A Casa é associação: a gente presta contas para quem confia o dinheiro e o tempo.
Como chegar junto
Associar
Entrar no quadro da associação. Pelo site é de graça; PIX, se quiser, é por cima.
Associar-se →Participar
Oficina, residência, Cineclube, Clube de Leitura. A maior parte é de graça e aberta.
Ver o que está aberto →Rifa
Cesta, diária no hostel, um número. A rifa ajuda a Casa a pagar a conta do mês.
Ver rifas →Parceria
Empresa, coletivo, escola, prefeitura. Co-realizar, ceder espaço, patrocinar, chegar junto.
Falar com a gente →Voluntariar
Tempo no hostel, na cozinha, na porta. Quem pode, fica; quem não pode, passa o recado.
Saber do voluntariado →