Projetos e editais
Elaboração, captação e prestação de contas. O escritório amarra o que a Casa promete em convênio com o que de fato cabe no calendário e no caixa.
Onde a Casa se organiza — e onde a equipe se forma no expediente.
Contrato, edital, produção, comunicação e as contas do mês. O Escritório Modelo não é um curso no catálogo: é o escritório da associação, aberto como escola de gestão cultural para quem chega em estágio.
Neste momento a Casa está acolhendo uma equipe de cinco a dez estagiárias e estagiários. A formação é o trabalho: cada frente do escritório é também um posto de aprendizagem. Pedidos de assessoria seguem abertos — combinamos prazo caso a caso, porque a prioridade deste ciclo é integrar quem chegou.
Muita gente no litoral sul tem projeto e não tem quem ajude a escrever o edital, fechar o convênio ou prestar contas. O Escritório Modelo nasceu dessa falta — e da recusa de tratar gestão como assunto de gabinete distante da Casa.
No PDI 2027 ele não figura como programa-irmão do Levare ou do Ateliê. É serviço transversal: diluído nas rotinas dos núcleos, da produção e da administração. Sem isso a Casa não fecha o mês; com isso, o que a gente inventa chega na rua.
A escola é o expediente. Quem estagia aprende no caso real — um edital em curso, um pedido de manutenção, uma prestação de contas — com acompanhamento, não com aula teórica descolada da operação.
Quem chega em estágio se encaixa numa frente — sem virar dono dela. O método se compartilha.
Elaboração, captação e prestação de contas. O escritório amarra o que a Casa promete em convênio com o que de fato cabe no calendário e no caixa.
Logística de pessoas, materiais e palco. Do roteiro de um sábado na Casa ao acompanhamento de ocupações e eventos parceiros.
Documentos, convênios, rotinas da associação e o próprio estágio. RH aqui não é departamento isolado: é quem segura o expediente de pé.
Site, ERP, intranet e os fios que ligam a operação à face pública. A equipe aprende as ferramentas no uso — com cuidado com dado pessoal e com o que é interno.
Pedidos de reparo, logística do espaço, o prédio como infraestrutura da cultura. O ticket chega no escritório e segue com responsável.
Não é residência artística e não é aula solta. É expediente com acompanhamento.
Conhecer a Casa, as frentes e com quem falar. Cadastro no ERP, acesso ao que for preciso, combinado de jornada. Ninguém assume o mês inteiro no primeiro dia.
Tarefas reais com supervisão: um edital, uma lista, um texto, um chamado de manutenção. Errar faz parte; esconder o erro não.
Cada pessoa assume uma frente sem virar “o cargo isolado”. O escritório é coletivo: o método se compartilha, o nome não vira silo.
Dá para pedir apoio para estruturar projeto, ler um edital ou entender prestação de contas. O escritório não substitui a produção do próprio grupo.
Se você já foi convocada ou convocado pela Casa: esta página é o mapa público. As vagas atuais estão em integração — não abra um cadastro esperando seleção aberta.
Novas vagas de estágio passam por convênio com a instituição — não por inscrição avulsa nesta página. Se a faculdade, o IFES ou a universidade quiser articular um ciclo, fale conosco descrevendo curso, carga horária e período.
Falar sobre convênio de estágioQuem já está no cadastro público da associação.
O que o ciclo está levando adiante.
Contas e documentos à vista.
Pedido de reparo chega no escritório.
CNPJ, natureza jurídica, como se associar.
O mapa do que é permanente e do que é temporada.